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Aumento da longevidade está relacionado ao microbioma intestinal?

Diversas pesquisas sugerem que os microrganismos intestinais estão envolvidos com o adequado funcionamento do corpo, mas também com envelhecimento saudável. O microbioma intestinal parece ajudar na redução de deficiências imunológicas e cognitivas relacionadas ao envelhecimento e na saúde muscular reduzindo os riscos para saúde do idoso.

Particularmente idosos que vivem mais de 100 anos, os centenários, apresentam menor suscetibilidade a doenças associadas ao envelhecimento, inflamação crônica e doenças infecciosas.

No Japão, pesquisadores avaliaram microrganismos encontrados em amostras fecais de centenários com idade média de 107 anos em comparação com pessoas de 85 a 89 e adultos mais jovens (média de 55 anos). A pesquisa revelou que diversas bactérias, incluindo cepas de Odoribacteraceae, produtoras de ácidos biliares secundários com poder antimicrobiano (principalmente isoalloLCA) estão aumentadas nos indivíduos centenários.

Os ácidos biliares secundários são decorrentes da ação de bactérias da microbiota intestinal e parecem auxiliar na proteção intestinal e regulação de respostas imunológicas. O isoallolLCA, in vitro e in vivo, exerceu potentes efeitos contra patógenos Gram-positivos multirresistentes, incluindo Clostridioides difficile, que causa diarreia e colite graves.

Esses achados sugerem que o metabolismo de ácidos biliares específicos, como isoalloLCA, podem estar envolvidos na redução do risco de infecção por patobiontes, contribuindo para a manutenção da homeostase e saúde intestinal.

 


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Achados anteriores confirmam que a microbiota de idosos mais jovens e centenários é diferente entre si, o que leva a crer que cuidar do microbioma intestinal pode ser um bom caminho para atingir a longevidade e bem-estar imunológico, físico e mental.

Conhecer, por meio do sequenciamento genético, o perfil da microbiota intestinal, favorece a escolha de práticas individualizadas de dieta e suplementação, que por sua vez podem corrigir alteração do microbioma e fortalecer a saúde global do indivíduo.

A microbiota intestinal está envolvida no adequado funcionamento do corpo e também no envelhecimento saudável.

Idosos centenários, apresentam menor suscetibilidade a doenças associadas ao envelhecimento, inflamação crônica e doenças infecciosas. Neste sentido, uma equipe de pesquisadores do Japão, avaliou as diferenças na microbiota de idosos mais jovens e centenários.

No estudo, diversas bactérias produtoras de moléculas com poder antimicrobiano estão aumentadas nos indivíduos com mais de 100 anos e isso pode estar ligado a proteção intestinal e redução do risco de infecção por patógenos.

Parece que cuidar da saúde intestinal é um bom começo para atingir a longevidade e bem-estar imunológico, físico e mental.
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Referências:

• Thevaranjan N, Puchta A, Schulz C, et al. Age-associated microbial dysbiosis promotes intestinal permeability, systemic inflammation, and macrophage dysfunction. Cell Host Microbe. 2017; 21(4): 455-466. doi: 10.1016/j.chom.2017.03.002.

• Mackowiak PA. Recycling Metchnikoff: probiotics, the intestinal microbiome and the quest for long life. Front Public Health. 2013; 1:52. doi: 10.3389/fpubh.2013.00052.
• Boehme M, Guzzetta KE, Bastiaanssen TFS, et al. Microbiota from young mice counteracts selective age-associated behavioral effects. Nat Aging. 2021; 1:666-676. doi: 10.1038/s43587-021-00093-9.
• Luan Z, Sun G, Huang Y, et al. Metagenomics Study Reveals Changes in Gut Microbiota in Centenarians: A Cohort Study of Hainan Centenarians. Front Microbiol. 2020 Jul 2;11:1474. doi: 10.3389/fmicb.2020.01474.
• Claesson MJ, Jeffery IB, Conde S, et al. Gut microbiota composition correlates with diet and health in the elderly. Nature. 2012; 488(7410):178-184. doi: 10.1038/nature11319.
• Sato Y, Atarashi K, Plichta DR, et al. Novel bile acid biosynthetic pathways are enriched in the microbiome of centenarians. Nature. 2021. doi: 10.1038/s41586-021-03832-5.

 


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